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Buda e um chá verde!

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Nascido com o nome de Siddharta Gautama há 2.500 anos no norte da Índia. Sua bondade nos inspira até hoje! Ele sofreu como nós sofremos, ate que, por meio de seus esforços, encontrou a chave para a libertação das amarras do desejo, do ódio e da ignorância. Como ocidentais vivendo em relativa prosperidade, podemos nós identificar com este homem que teve tudo-amor, sucesso, dinheiro, talento e privilégio-, mas deixou isso de lado para procurar algo mais profundo e duradouro. Como fez isso? Se o buda estivesse aqui, agora como ele explicaria as verdades que descobriu? Pegue uma xícara de chá, e divirta-sse lendo este post….A lenda conta que Mahamaya, a mãe de Siddhartha, foi avisada de que daria a luz a um mahapurusha, um grande homem. Em um sonho, ela foi trasportada por espíritos celestes até um alto plano no Himalaia, onde um magnífico elefante branco penetrou em seu flanco com a presa e entrou em seu ventre. O sonho intrepertado por sacerdotes brâmanes, preparou-a para chegada de um herói. A criança nasceu em um bosque de árvores no parque prócimo a Lumbini. Mahamaya segurou um galho para apoiar-se e dar á luz sem dor. Conta-se que o recém-nascido levantou-se pelos pés, deu sete passos largos, e olhando nas quatro direções, exclamou: “Eu nasci em prol  da iluminação pelo bem do mundo”. Sua mãe morreu e deixou sua mãe encarregada de cuidar da criança. Siddhartha nome de buda significa-“aquele que se propôs”. Sacerdotes disseram que ele seria o buda  “iluminado”. Suddhodana( pai de buda) estava determinado a manter seu filho no caminho de uma monarca universal. Ele preenchia a vida de Siddharta com todos prazeres possíveis, protegendo-o  de qualquer tipo de miséria. Tinha em sua disposição diversos castelos, possuía riqueza e prosperidade. Buda se casou com Yasodhara, que se tornou sua esposa e deu a ele um filho, Rahula. Agora, a vida de Siddartha estava completa, ainda que estivesse cada vez mais impaciente para ver o mundo.Um dia ele persuadiu seu cocheiro, Chandra, a levá-lo para além dos portões do palácio.Ao entrarem em Kapilavasthu, Siddarta reconheceu um homem de cabelos grisalhos.O que é isso? perguntou a Chandra. “Velhice” respondeu o cocheiro. Buda encontrou com dificuldades como a velhice, a morte, com a doença. E por último viu um monge andarilho. Siddarta perguntou:Quem é esse? perguntou Chandra.”um homem que vive em absoluta simplicidade, isolado do mundo”, foi a resposta. Era essa a solução? Buda decidiu seguir este caminho. Tentou se despedir de sua mulher e filha, mas não consegui pois temia que ela o impedisse de realizar seu destino. No momento que Siddharta estava deixando o pálacio, teve seu primeiro encontro com Mara. O “demônio” que retornaria para testá-lo em momentos cruciais de sua vida. Mara prometeu a Siddarta apenas esquecesse essa ideia tola de renúncia e regressase ao palácio, em sete dias ele se tornaria um monarca universal. Siddarta o ignorou.”Grande erro”, rebateu Mara.”De agora em diante, eu o seguirei como uma sombra.Você nunca se libertára de mim.” Siddartha cortou o cabelo e a barba, trocou o traje suntuoso pelo humilde manto transeunte. Agora ele era oficialmente um monge andarilho. Na busca do “estado não alcançado de paz sublime” Siddharta procurou por um mestre. Com um deles aprendeu técnicas avançadas de yoga para transceder a mente e obter um estado de “inexistência”.” Mas nenhum dos mestres conhecia o caminho para extinguir o medo e desejo, assim libertar-se do sofrimento. Siddharta concluiu que teria de encontrar o caminho por si mesmo”. Ao se juntar a outros cinco ascetas, passou os seis anos seguintes em uma disciplina severa, com práticas austecas, para dominar o corpo e a mente, jejuou até ficar tão magro, que podia sentir sua espinha, quando tocava a barriga. Esta maneira de meditar,lhe deu clareza pórem não conseguia seu objetivo de libertar a mente das amarras da ilusão. Durante uma tarde, sua mente retornou á infância quando suas bábas, o deixavam debaixo da sombra de uma macieira, durante um festival camponês. Quando elas voltaram, Siddharta estava meditando. Ele ainda lembrava do sentimento de felicidade e bem-estar que havia brotado aquele dia. Siddharta decidiu interromper o jejum. A lenda diz que foi exatamente neste momento que uma jovem garota se aprocimou, e ofereceu a ele uma tingela de leite de arroz. Com a energia restabelecida, Siddharta renovou o impulso pela iluminação. Buda escolheu uma figueira e sentou-se debaixo dela, prometendo não mover-se até que atingisse o nirvana. Mara após tentar de tudo para desviar buda de seu caminho, retrucou: Mas quem testemunhará seus esforços? Zombou. Siddharta estendeu a mão e tocou  o solo. A terra deu a ele amparo, sob formas de trovões arrepiantes. Derrotado, Mara retirou-se. Com seus demônios interiores dominados, Siddarta entrou em profunda meditação, passando por quatro estados de absorção, até que sua mente estivesse calma e limpa. Então, uma por uma, suas vidas anteriores passaram diante de seus olhos. Contemplando as idas e vindas, ele compreendeu a verdade da impermanência como um fator essencial da existência. Tudo que nasce morre. A segunda constatação foi a verdade do carma, a lei da ação. Siddharta obteve as leis fundamentais  da existência que chamava de as quatro nobres verdades.” nascer é sofrimento, envelhecer é sofrimento, tristeza e lamentação, dor , mágoa e desespero-tudo isto é sofrimento”. Finalmente, encontrou os caminhos do despertar: O nobre caminho Óctuplo-o cultivo da sabedoria, da meditação e da virtude. Siddharta atingiu o Nirvana” sem envelhecimento, sem doença, sem morte,sem sofrimento, sem mais nenhum resquício de opressão”. O bodhisattva, aquele que busca a iluminação, deixou de existir. Em seu lugar sentou-se Buda, o iluminado. Ele não estaria mais preso ao samsara-o ciclo de morte e renascimento. Esta vida poderia ser a sua última. Dizem que buda passou 49 dias meditando e elaborando as verdades profundas que havia lutado para perceber. O darma este conhecimento era misterioso e muito complexo para a maioria das pessoas entender. Desde esse período até sua morte, aos 80 anos, Buda cruzou as margens do Rio Ganges expondo o darma aos monges, freiras e “chefes de família”. Os dez mil ou mais sutras-textos relatando os ensinamentos de buda- que existem hoje refletem apenas uma parte da instrução que ele proferiu.

Texto retirado do livro Um café com o Buda Joan Duncan Oliver Prefácio de Annie Lennox. Editora: Arx

Esta história é um pouco maior, mas tentei reduzi-lá ao máximo para vocês, leitores, não ficassem com preguiça de ler…A história de buda é linda, e nós inspira até hoje..Não que todos devessemos colocar, roupas de monges e sairmos a procura da mesma luta de buda, mas podemos seguir seu exemplo e tentar sempre fazer bem ao prócimo, meditar. Sempre procurar armas para seu próprio bem-estar..Meditar, praticar yoga, realizar massagem com um terapeuta ético e sério e tudo que possa te proporcionar bem-estar…Eu sei que o livro diz um café com buda, mas eu preferi tomar um chá, achei mas parecido com buda..

Namastê!

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